sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Inovação é última instância para que a economia portuguesa se desenvolva - Daniel Bessa

Lisboa, 21 Jan (Lusa) - O economista Daniel Bessa considerou hoje que a economia portuguesa só poderá desenvolver-se através da inovação, "uma espécie de última instância para quem não consegue chegar lá" através da gestão de recursos e da eficiência.
O ex-ministro, que falava no decorrer do Encontro de Lisboa, organizado pela Fundação Luso-Espanhola, Fundação EuroAmérica e Real Instituto Elcano, explicou que as economias podem ser "resource driven" (impulsionadas e motivadas pela exploração de recursos) ou "eficiency driven" (impulsionadas pelo uso mais inteligente dos recursos existentes).
"Há uma terceira forma - a inovação - uma espécie de última instância para quem não consegue chegar lá nas duas primeiras", disse Daniel Bessa, apontando que a Portugal só resta explorar esta via.
"Parte-se da ideia", disse o economista, "de que é possível aplicar sem gerar nada e de que não serve de nada gerar se não se for capaz de aplicar".
De acordo com Daniel Bessa, Portugal já foi uma economia baseada em exploração de recursos humanos e mão de obra barata, "simplesmente porque era o mais pobre do clube em que o deixavam concorrer".
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http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/10576793.html

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