segunda-feira, 20 de junho de 2011

JN - Paulo Morais acusa Parlamento de ser "centro de corrupção"

20110619
O ex-vice-presidente da Câmara do Porto Paulo Morais afirmou sexta-feira à noite, no Porto, que "o centro de corrupção em Portugal tem sido a Assembleia da República, pela presença de deputados que são, simultaneamente, administradores de empresas".
"Felizmente, este parlamento vai-se embora. Dos 230 deputados, 30%, ou seja 70, são administradores ou gestores de empresas que têm directamente negócios com o Estado", denunciou Paulo Morais, num debate sobre corrupção organizado pelo grupo cívico-político Porto Laranja, afecto ao PSD.
Para o professor universitário, o parlamento português "parece mais um verdadeiro escritório de representações, com membros da comissão de obras públicas que trabalham para construtores e da comissão de saúde que trabalham para laboratórios médicos."
Paulo Morais acusou o Grupo Lena de ser o maior fornecedor do Estado português (dados de 2009) e os políticos de criarem "legislação perfeitamente impercetível", com "muitas regras para ninguém perceber nada, muitas excepções para beneficiar os amigos e um ilimitado poder discricionário a quem aplica a lei".

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JN - Milhares de 'indignados' espanhóis em manifestações por todo o país

20110619

Dezenas de milhares de pessoas de todas as idades invadiram este domingo as ruas de várias cidades espanholas para repetir as manifestações contra a crise e o desemprego que se iniciaram há um mês pelos denominados "indignados".
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http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1882964

SOL - Cavaco Silva defende conceito de serviço público sem visão ideológica

SOL 20110618

O Presidente da República defendeu hoje, em Arganil, a reinvenção do conceito de serviço público, que tenha em atenção a necessidade de «resposta rápida e adequada» aos problemas sociais dos portugueses.
«Um novo conceito que atenda mais à necessidade de dar uma resposta rápida e adequada aos crescentes problemas sociais da população portuguesa, do que ao respeito de uma visão ideológica que os tempos tornaram obsoleta», sublinhou.

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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Cinco regras básicas para evitar problemas no Facebook

SOL 20110617
Num mundo interligado por redes sociais e onde as possibilidades da tecnologia estão em constante expansão convém ter noção de que, mesmo na vida virtual, devem existir limites. Nesse sentido, a BBC compilou uma lista de cinco regras básicas a ter em atenção para evitar problemas no Facebook.
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http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=21958

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Desertificação: Processo em Portugal vai "acelerar" sem práticas agrícolas protetoras do solo - Investigador

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/12684816.html
Évora, 16 jun (Lusa) -- A desertificação, física e humana, vai "continuar a acelerar" em Portugal, sem o fomento de práticas agrícolas protetoras do solo, como a sementeira direta, que garantam futuro à agricultura e fixem população, alertou hoje um especialista.

"Começa por ser um problema de proteção do solo. Se não formos capazes de inverter a situação, o abandono das terras e a desertificação do interior vai continuar a acelerar", disse Mário de Carvalho, investigador da Universidade de Évora (UÉvora), QUE falava hoje à Agência Lusa a propósito do Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) e que se comemora sexta-feira.

Há mais de 20 anos que Mário de Carvalho coordena uma equipa centrada na investigação, no desenvolvimento tecnológico e na divulgação da agricultura de conservação, que "rompe" com os métodos agrícolas convencionais, para melhor proteger os solos.

terça-feira, 14 de junho de 2011

JN - Nouriel Roubini diz que abandono do euro é a única opção para as economias periféricas

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1877655
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Essa ideia, segundo Roubini, pode parecer hoje "inconcebível, mesmo em Atenas e Lisboa", mas, refere o agora apelidado de "Doutor Realista" pela CNBC , "cenários que parecem hoje inconcebíveis podem não ser tão descabidos daqui a cinco anos, especialmente se algumas das economias periféricas estagnarem".
A reestruturação da dívida "vai acontecer", garante Roubini, que diz que a questão é apenas "quando (mais cedo ou mais tarde) e como (de forma ordenada ou desordenada)", algo que, ainda assim, "não vai ser suficiente para restaurar a competitividade e crescimento".
Se tal não vier a suceder, "os benefícios de (os países) se manterem (na zona euro) serão menores do que os benefícios de a abandonar, por muito atribulada e desordenada que essa saída venha a ser".

JN - Florestas europeias estão a crescer

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1877786

As florestas europeias estão em progressão de ano para ano e permanecem um dos principais factores no combate às alterações climáticas por absorverem importantes quantidades de CO2, refere um relatório publicado esta terça-feira em Oslo.
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sábado, 11 de junho de 2011

António Barreto - "Políticos não deram exemplo de sacrifício"


"O Presidente da Comissão das Comemorações do Dia de Portugal teve um discurso muito crítico para os responsáveis políticos.

António Barreto defendeu hoje "o apuramento de responsabilidades" pela crise, resultado da "imprevidência das autoridades", referiu.

O responsável discursava na sessão solene do Dia de Portugal, hoje, em Castelo Branco, em que defendeu ainda uma revisão constitucional.

Apesar de não a considerar "solução para a maior parte das dificuldades" defende a revisão "para pôr termo à permanente ameaça de governo minoritários e de parlamentos instáveis".

Segundo referiu, "uma constituição renovada implica um novo sistema eleitoral, com o qual se estabeleçam condições de confiança, lealdade e de responsabilidade, hoje pouco frequentes na nossa vida política".

O discurso de cinco páginas teve como base a crise financeira, mas aborda a crise política e social, apelando a que os portugueses sejam tratados "não apenas como contribuintes inesgotáveis ou eleitores resignados", mas como "cidadãos livres".

Barreto apontou o dedo a "alguns políticos" por "não terem dado o exemplo do sacrifício que se impõem aos cidadãos".

Disse mesmo que "a indisponibilidade [dos políticos] para falarem uns com os outros (...) contrasta com a facilidade e o oportunismo com que pedem aos cidadãos esforços excepcionais".

Agora, e numa alusão às Eleições Legislativas, sublinhou que "o povo falou, fez a sua parte, aos políticos cabe agora fazer a sua".

Para aquele responsável, Portugal está "num desses raros momentos históricos de aflição e de ansiedade colectiva em que é preciso estabelecer uma relação especial entre cidadãos e governantes". "

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Crianças ciganas passaram a frequentar mais a escola nos municípios com mediadores

SOL 20110608

As crianças ciganas passaram a frequentar mais a escola nos municípios onde existem os mediadores municipais para esta comunidade, segundo a responsável pelo projecto lançado há dois anos pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI).
Dois anos depois de ter lançado o projecto dos mediadores municipais para a comunidade cigana, que abrange 13 municípios, o ACIDI quer alargar a iniciativa a mais sete autarquias, estando actualmente a decorrer as candidaturas para a segunda fase deste projecto, cujo prazo termina na quinta-feira.

Fazendo um balanço da primeira fase da iniciativa, a responsável pelo Gabinete de Apoio à Comunidade Cigana (GACI), Helena Torres, disse à agência Lusa que «um dos sinais» do projecto dos mediadores municipais é o aumento das crianças ciganas nas escolas.

«Há uma afluência muito maior de crianças ciganas na escola. O empenho do mediador tem a ver com esta situação. Em Lamego, a informação que tenho é de que os miúdos estão todos a ir à escola, não há falta das crianças ciganas nas escolas e nos outros municípios onde está a funcionar o projecto a melhoria também tem sido bastante», afirmou a responsável.

Helena Torres sublinhou que os mediadores «conseguem fazer perceber» à comunidade cigana que «os miúdos só têm vantagens em frequentar a escola».

A responsável do GACI apontou como outra vantagem da iniciativa a gestão de conflitos através das «pontes que se criam com as instituições». Como exemplo, referiu os conflitos com a polícia, em que os mediadores podem junto da polícia e da comunidade «fazer uma ponte saudável e ajudar a resolver o problema».

Helena Torres fez um balanço «positivo» dos dois anos do projecto mediadores municipais, mas admitiu que é necessário melhorar as parcerias com entidades locais, como escolas, tribunais e polícia.
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http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=21290

terça-feira, 7 de junho de 2011

SOL - Mês de Maio foi o mais quente desde 1931

http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=21221
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Em 31 de Maio de 2011 e de acordo com o Observatório de Seca do IM, «a área em situação de seca meteorológica no litoral Norte e Centro aumentou e a gravidade acentuou-se, estando agora 2 por cento em seca severa, 10 por cento em seca moderada e 14 por cento em seca fraca».
No restante território continua a não existir seca.
O índice de seca meteorológica integra nove níveis entre chuva extrema e seca extrema.
A seca meteorológica pode não corresponder às secas hidrológica ou agrícola, dado que existe sempre um desfasamento de tempo entre os valores meteorológicos e hidrológicos, porque a falta de chuva pode demorar a reflectir-se nas albufeiras.
Lusa/SOL

terça-feira, 31 de maio de 2011

SOL - Empresas de transportes estão falidas

SOL 20110530




O montante da dívida pública arrisca-se a ultrapassar pela primeira vez toda a riqueza nacional devido em parte às empresas públicas de transportes. Tudo porque o endividamento da Refer, CP, metropolitanos de Lisboa e do Porto, Carris, STCP, Transtejo e TAP, que já ultrapassa os 20 mil milhões de euros, deverá ser incluído no próximo ano na dívida do Estado, por pressão da União Europeia. Isto fará com que a dívida pública portuguesa passe dos 93% para os 105% do Produto Interno Bruto: ou seja, para os 179 mil milhões de euros.
Desde 2008 que o Tribunal de Contas vem constatando que aquelas empresas públicas encontram-se em falência técnica. Os prejuízos de centenas de milhões de euros durante anos a fio deixaram-nas totalmente descapitalizadas: só em 2010 perderam, em conjunto, mil milhões de euros.
A principal razão desse ‘buraco’ reside nos prejuízos operacionais crónicos. O Metro de Lisboa, por exemplo, tem receitas muito inferiores às suas despesas correntes, o que faz com que, só em 2010, tenha tido um prejuízo operacional de 51 milhões de euros. E a sua congénere do Porto chegou aos 244 milhões de euros de défice operacional.
Sem dinheiro para honrar os seus compromissos, estas empresas foram obrigadas a pedir mais crédito bancário, de forma a poderem pagar as dívidas à banca mais antigas – numa autêntica espiral de endividamento insustentável.
Por isso mesmo, os investidores deixaram de emprestar dinheiro, obrigando o Estado a vestir o fato de bombeiro: desde 2008, concedeu-lhes garantias bancárias de 4,5 mil milhões. Isto significa que, no caso de falharem, serão os contribuintes a pagar a factura.

Obras pagas com crédito bancárioO endividamento das empresas públicas de transportes explica-se também com os investimentos que foram realizados na construção de infra-estruturas. Com a diminuição progressiva dos fundos comunitários e das transferências directas do Estado, todas as grandes obras determinadas pelos sucessivos governos foram pagas com crédito bancário. Este é, por exemplo, o caso das duas empresas mais endividadas do país: a Refer, com seis mil milhões de euros, e o Metro de Lisboa, com 3,8 mil milhões de euros.
A maioria das novas linhas e estações de metro é resultado de ampliações concretizadas depois de 1998. «É que os Governos decidiram essas ampliações, decidiram o quando e o como, e até as vieram inaugurar. Mas não as pagaram» – concordam num comunicado conjunto as organizações sindicais do Metro de Lisboa, segundo as quais os juros da dívida já representam 37,5% do custos totais da empresa.
Chegados a este ponto, qual é a solução? Para Nunes da Silva, vereador da Câmara de Lisboa com o pelouro da Mobilidade, o Estado deve assumir a maior parte do passivo dessas empresas e, de seguida, privatizar a exploração dos transportes. Este professor catedrático do Instituto Superior Técnico defende que os privados serão mais eficientes a gerir estas empresas.
José Reis, director da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, argumenta que as empresas privadas do sector conseguem obter lucros, em parte, devido aos subsídios pagos pelo Estado. Os dados sobre as indemnizações compensatórias pagas a privados demonstram que, desde 2008, foram pagos 105,6 milhões de euros a empresas como a Fertagus (pela concessão ferroviária da Ponte 25 de Abril) e a Barraqueiro, proprietário do metro do sul do Tejo. «Vale a pena olhar bem para os casos em que o funcionamento ‘privado’ repousará, de facto, sobre fortes apoios públicos», assegura José Reis.


O problema dos gestores

O economista João César das Neves não hesita em apontar o dedo aos sucessivos administradores destas empresas: «O problema é de gestão. Trata-se de monopólios, sem concorrência, para mais dependentes de impostos. Isto tende a criar muitos vícios», afirma.
Aliada aos vícios está a constante desresponsabilização dos presidentes e gestores públicos – que costumam ser militantes ou simpatizantes do PS e do PSD, consoante a ‘cor’ do Governo. Apesar de nenhuma destas empresas, com a excepção da TAP, ter dado lucro, é comum os administradores serem premiados com novos cargos.
Cardoso dos Reis, por exemplo, foi nomeado presidente da CP durante o primeiro Governo de José Sócrates. No último ano de mandato, em 2009, a empresa registou 217 milhões de euros em prejuízos. O prémio foi a promoção para o Metro de Lisboa. Aliás, já em 2000 este conhecido militante do PS tinha sido nomeado presidente da Refer.
Manuel Frasquilho é outro caso: foi presidente administrador e presidente da CP entre 1993 e 1997, tendo saído neste ano para a liderança da Refer. Em 2000 tomou posse como presidente do metro de Lisboa, tendo saído durante o Governo de Durão Barroso. Em 2005, José Sócrates nomeou-o presidente da Administração do Porto de Lisboa.
Além dos gestores públicos de carreira, é igualmente comum estas empresas serem utilizadas pelos ministros ou secretários de Estado para premiarem assessores e adjuntos pela sua lealdade. Ana Tomás, ex-adjunta de Paulo Campos na Secretaria de Estado das Obras Públicas entre 2007 e 2010, foi nomeada administradora da Estradas de Portugal (EP), com um salário bruto anual de 151.200 euros. Antes de ser adjunta, Tomás era um quadro médio da EP. Ao seu lado está Rui Dinis, militante do PS que já foi adjunto em três ministérios.
A EP, aliás, vai ser a grande preocupação do próximo Governo. A dívida da EP subiu de algumas dezenas de milhões em 2005 para 2 mil milhões de euros no primeiro trimestre deste ano – arriscando-se, a longo prazo, a disputar com a Refer o título de empresa pública mais endividada. Mais uma vez, as despesas com as auto-estradas construídas por António Guterres e José Sócrates são muito superiores às receitas, o que torna inevitável o aumento da dívida.
frederico.pinheiro@sol.pt
luis.rosa@sol.pt

DE - WSJ - Paralelo com a crise de 1928


WSJ: Portugal "à espera de Salazar"
Alberto Teixeira 30/05/11

Colunista do Wall Street Journal diz que, em tempos de crise, os portugueses mostraram preferência por um líder ou governo autoritários.
Na sua coluna de opinião, o director do Centro de Estudos Israelista na University College London, Neill Lochery, começa por traçar um retrato da actual crise política e económica de Portugal, antes de estabelecer um paralelo com a crise de 1928, durante a qual Salazar subiu ao poder.
"No dia 5 de Junho os Portugueses vão a votos para eleger um Governo pela segunda vez em menos de dois anos", refere Lochery, avaliando de depois o perfil dos dois principais candidatos a formar Governo: "A maioria dos eleitores considera Sócrates, o zelador primeiro-ministro e líder do Partido Socialista, o principal responsável pela crise. Mas também não está confiante de que Pedro Passos Coelho, o inexperiente líder do Partido Social Democrata, saiba como resolver a bagunça financeira".
O especialista em política europeia lembra as previsões para a economia portuguesa, "que deverá contrair mais de 2% em 2011 e 2012, o que deixa uma margem de manobra bastante para qualquer Governo".
"A onda de agitação industrial, muito provavelmente, vai aplaudir um Governo forte, enquanto os sindicatos vão tentar resistir às tentativas do FMI de colocar as finanças públicas em ordem", acrescenta.
É neste cenário que Lochery recorda a crise portuguesa de 1928 - que levou Salazar ao poder - como um precedente histórico para considerar que "em tempos de crise os portugueses têm historicamente mostrado preferência para um líder ou governo fortes e autoritários", afirmando ainda que, hoje em dia, "existe um crescente apelo para uma forte 'Coligação de Governo' que possa fazer frente à crise financeira e à reacção esperada dos sindicatos".
"O homem que ocupou o cargo durante a crise foi o líder autoritário António de Oliveira Salazar. Trabalhando como ministro das Finanças antes de se tornar primeiro-ministro, em 1932, Salazar colocou a economia portuguesa de novo no caminho", salienta Lochery, lembrando que no centro das reformas introduzidas por Salazar "estava a sua crença de que a economia devia reflectir a riqueza do País, mais do que o montante de dinheiro que era capaz de pedir emprestado".
E conclui: "Em 2011, muitos portugueses vão procurar um novo líder com o estilo de Salazar para fazer o mesmo."

SOL - Investigadores criminais acusam PS de 'asfixiar a PJ'

SOL 20110530
http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=20545
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O candidato do PSD pelo círculo eleitoral do Porto e ex-director nacional da PJ Fernando Negrão também visitou, no dia 24 deste mês, o Departamento de Investigação Criminal da PJ daquela cidade, tendo a ASFIC lhe entregue na altura uma carta a classificar a iniciativa do social-democrata como «uma acção nunca vista na PJ».
Nessa mesma carta, a ASFIC considera «aventureira» a intenção do PSD de deslocar a Investigação Criminal da área da Justiça para a Administração Interna, integrando na mesma tutela a PJ, a PSP e o SEF, o que levaria a «matar» a Judiciária.
No dia 26 deste mês, quando visitou a Directoria do Norte da PJ, Alberto Martins manifestou «o empenhamento total do PS na manutenção da Polícia Judiciária na esfera da Justiça».
Na missiva agora enviada a Alberto Martins, a ASFIC diz não aceitar «a clara tentativa» do PS «de capitalizar a seu favor a reacção da ASFIC à visita do candidato a deputado pelo PSD Fernando Negrão».

domingo, 29 de maio de 2011

Deutsche Bank - Inquérito à crise seria "útil", mas sem culpados

Económico com Lusa 28/05/11
http://economico.sapo.pt/noticias/inquerito-a-crise-seria-util-mas-sem-culpados_119273.html
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Criar uma comissão de investigação "é uma decisão que cabe ao povo e aos líderes portugueses, mas deixe-me dizer que este estudo foi muito valioso para os Estados Unidos, provocou um grande debate. O relato histórico rigoroso, a discussão e o debate são vitais para sair da crise porque, em geral, as pessoas que a causaram, nos Estados Unidos - reguladores que não fizeram o trabalho, Wall Street, que foi imprudente - não querem esse debate vigoroso".

Ferreira Leite - "A grande necessidade é que Sócrates se vá embora"

Económico com Lusa 28/05/11


A anterior presidente do PSD diz que nem sequer fica tranquila se José Sócrates ficar na oposição.
"Eu confesso que o meu grande objetivo, a grande necessidade que eu sinto para o país é que este primeiro-ministro se vá embora", afirmou Manuela Ferreira Leite, durante um jantar-comício da campanha do PSD para as legislativas de 5 de Junho, em Barcelos.
No final do seu discurso, Ferreira Leite reforçou esta ideia: "Pedro Passos Coelho vai-me desculpar, mais uma vez digo, eu não ando à procura de um outro primeiro-ministro, eu ando à procura que o engenheiro Sócrates saia de primeiro-ministro. E ele só sairá de primeiro-ministro no dia em que o PSD tiver mais votos do que o PS, só nesse dia".
Segundo a antiga ministra das Finanças, nestas eleições está em causa a "sobrevivência do país", depois de uma governação do PS feita "a pensar na forma como iria manter o poder", deixando Portugal "à beira da bancarrota", o que provocou a interrupção da legislatura.
"Eu, pessoalmente, dada a atitude do engenheiro Sócrates, dado aquilo que ele diz, nem tranquila fico se ele ficar na oposição, porque acho que ele na oposição vai ser tão pernicioso para o país quanto na liderança do país, porque vai fazer a maior das afrontas a tudo aquilo que vá ser feito para cumprir o acordo que ele próprio assinou", acrescentou.
Nesta intervenção de cerca de 15 minutos, a ex-presidente do PSD alegou que o PS dá sinais de que "não pensa cumprir o acordo" de ajuda externa "acaso viesse a ganhar as eleições", o que significaria transformar Portugal numa "outra

Meio milhar de pessoas protestam em Lisboa contra FMI

A manifestação, que começou junto ao cinema São Jorge e terminou no Rossio foi promovida pela Acampada Lisboa, um movimento espontâneo inspirado pelas "acampadas" em Espanha, e cujos membros têm pernoitado junto à estátua de D. Pedro IV, no centro da capital.
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http://sicnoticias.sapo.pt/especiais/portugal2011/2011/05/28/meio-milhar-de-pessoas-protestam-em-lisboa-contra-fmi

sexta-feira, 27 de maio de 2011

JN Manuel António Pina - Casualidade, causalidade

JN 20110526
http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=1861505&opiniao=Manuel%20Ant%F3nio%20Pina

Talvez tenha visto mal mas não me apercebi de que, como vem sendo feito na Net, algum jornal se tenha ainda interrogado sobre a sucessão de três notícias em pouco mais de dois meses que, isoladas, talvez só tivessem lugar nas páginas de Economia mas que, juntas, e com um director ou um chefe de redacção curiosos de acasos, até poderiam ter sido manchete.

A primeira, de 16 de Março, a da renúncia - dois anos antes do termo do seu mandato - de Almerindo Marques à presidência da Estradas de Portugal (para que fora nomeado em 2007 pelo então ministro Mário Lino), declarando ao DE que "no essencial, est[ava] feito o [s]eu trabalho de gestão".

A segunda, de 11 de Maio, a de uma auditoria do Tribunal de Contas à Estradas de Portugal, revelando que, com a renegociação de contratos, a dívida do Estado às concessionárias das SCUT passara de 178 milhões para 10 mil milhões de euros em rendas fixas, dos quais mais de metade (5 400 milhões) coubera ao consórcio Ascendi, liderada pela Mota-Engil e pelo Grupo Espírito Santo. Mais: que dessa renegociação resultara que o Estado receberá, este ano, 250 milhões de portagens das SCUT e pagará... 650 milhões em rendas.

E a terceira, de há poucos dias, a de que Almerindo Marques irá liderar a "Opway", construtora do Grupo Espírito Santo.

O mais certo, porém, é que tais notícias não tenham nada a ver umas com as outras, que a sua sucessão seja casual e não causal

quinta-feira, 26 de maio de 2011

DE - João Salgueiro - Bancos deviam deixar de financiar o Estado

Maria Teixeira Alves 26/05/2011
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Disse que um dos problemas nacionais tem a ver com a falta de fiscalização da acção dos Governos. "Em Portugal a Assembleia da República não fiscaliza a acção governativa porque os deputados dependem do Governo e dos partidos. São os partidos que estabelecem os boletins de voto". João Salgueiro defende assim uma mudança da lei eleitoral, embora admita que essa não se vai fazer no futuro próximo e por isso a mudança terá de ser fazer por outra via. As medidas da troika "são um road map, e a sua monitorização de três em três meses são a via para uma mudança". Salgueiro disse que "a única solução é surpreender pela positiva nos próximos meses".

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Suíça vai abandonar a energia nuclear

Naturlink 20110526
http://www.naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&cid=36577&bl=1

SOL - Acampada Lisboa

Sol 20110526
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=20203

http://acampadalisboa.wordpress.com/

SOL - Medina Carreira - 'Portugal não vai crescer o suficiente para cumprir acordo'

SOL 20110526

O economista Medina Carreira considerou hoje que a economia portuguesa «não vai crescer o suficiente para que Portugal possa cumprir o exigido pela troika» e sublinhou que não ficará surpreendido se a dívida pública tiver de ser renegociada.
«Não advogo a renegociação da dívida, mas não me surpreenderia se tivéssemos de vir a fazê-lo», disse o economista durante um almoço-debate da Associação Cristã de Empresários e Gestores, hoje em Lisboa.
No evento, destinado a avaliar o programa da troika – composta pelo Banco Central Europeu (BCE), Fundo Monetário Internacional (FMI) e Comissão Europeia (CE) - para Portugal, o economista defendeu que três anos não são suficientes, propondo «quatro ou cinco» para a duração do programa e alertou que «Portugal pode estar numa situação parecida com a Grécia».
«Não acredito que a nossa economia consiga suportar os pagamentos de juros – que devem chegar aos 12 milhões de euros -, das parcerias público-privadas (PPP) e das contas da saúde que possam surgir agora”, sublinhou Medina Carreira.

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«Se houver uma falha de execução isso terá consequências financeiras muito severas e eu receio que haja qualquer atraso. Não estamos habituados a produzir soluções com esta envergadura e num curto espaço de tempo», reiterou.
Relativamente ao perigo de contágio perante a actual risco de incumprimento da Grécia, Medina Carreira afirmou que «uma coisa que não corra bem num sítio pode contaminar-se a outro», uma vez que Portugal pertence agora «a um grupo desfavorecido que é olhado sob suspeita»
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=20225

SOL - Queda de Kadhafi proporcionaria o 'desfalque perfeito'

SOL 20110526


Os investimentos do fundo soberano líbio no Ocidente «oferecem a oportunidade de um desfalque perfeito» às instituições financeiras ocidentais, segundo especialistas em fluxos e branqueamento de capitais entrevistados pela Lusa.
Um especialista norte-americano ouvido pela Lusa declarou que «a consequência financeira directa da queda de Kadhafi seria o ‘desaparecimento’ de fundos que pertencem ao povo líbio e deviam ser devolvidos a Trípoli para a sua reconstrução».
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http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=20196

SOL - Pepinos espanhóis matam três pessoas na Alemanha

Sol 20110526
As autoridades alemãs alegaram hoje que o surto infeccioso causado por uma perigosa variante da bactéria Escherichia coli, que já matou três pessoas, teve origem em pepinos de Espanha comercializados no mercado central de Hamburgo. http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=20238

quarta-feira, 25 de maio de 2011

DE - Crise - Empresas públicas não cumprem limite de endividamento

António Albuquerque
25/05/2011

http://economico.sapo.pt/noticias/empresas-publicas-nao-cumprem-limite-de-endividamento_119005.html

DE - Krugman - "Portugal não vai conseguir pagar a dívida"

Económico
25/05/2011
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Para Krugman, as condições do empréstimo à Grécia fizeram com que o país se endividasse demasiado: "Os líderes europeus ofereceram empréstimos de emergência aos países em crise, mas apenas em troca de compromissos com programas de austeridade selvagens, feitos sobretudo de cortes da despesa. A objecção de que estes programas põem em causa os seus próprios objectivos - não só impõem efeitos negativos drásticos à economia, mas ao agravar a recessão reduzem a receita fiscal -, foi ignorada."

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http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-nao-vai-conseguir-pagar-a-divida_119002.html


Comentário na net:
Tem que ser resolvido o problema da FALTA DE QUALIDADE em quase tudo o que fazem AGORA os nossos serviços públicos, garantindo a idoneidade dos concursos públicos para admissão de pessoal na função pública.

Actualmente não há diferença entre nomeações e concursos, pois em ambos os casos os colocados são previamente escolhidos, sabendo-se quase sempre de antemão para quem é o lugar... AFILHADOS, FILIADOS, FAMILIARES e principalmente BOYS… quase sempre INCOMPETENTES.

Sem ser valorizada a qualidade, SEMPRE em CONCURSO IDÓNEO, o que vamos ter é SUBSERVIÊNCIA e continuar a arruinar este país.

Ou há CRITÉRIOS EFECTIVOS DE QUALIDADE em todos os serviços públicos, ou continuamos na mesma rota com este petroleiro (Portugal), que vai encalhar em BANCARROTA… já dentro de três anos...

domingo, 22 de maio de 2011

DE - Papandreou - Grécia "colapsa" se não receber dinheiro em Junho

Económico com Lusa 22/05/2011


"Essa opção [a de não receber esse dinheiro] significaria um colapso", frisou o chefe do Executivo grego, Georges Papandreou, numa entrevista publicada hoje pelo jornal grego ‘Eznos'.
O governo de Atenas recebeu até ao momento 53 mil milhões de euros do total da ajuda externa acordada com os parceiros europeus e Fundo Monetário Internacional (FMI), no valor de 110 mil milhões de euros.
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http://economico.sapo.pt/noticias/grecia-colapsa-se-nao-receber-dinheiro-em-junho_118680.html

JN - A. Marinho e Pinto - Corrupção (I)

JN 20110522
A corrupção constitui hoje a principal causa da degenerescência da democracia portuguesa e é um dos mais sérios entraves ao nosso desenvolvimento. Na sua dimensão mais nociva, ela traduz-se no facto de os agentes públicos (funcionários, magistrados e titulares de órgãos políticos) praticarem actos contrários aos seus deveres funcionais em troca de subornos, que tanto podem ser materializados em dinheiro (comissões), como em empregos ou outras vantagens. Ela ocorre sobretudo na adjudicação de obras públicas, em licenciamentos ou concessões e na aquisição de bens ou serviços por parte do estado, incluindo empresas públicas e administração local.
A sua danosidade evidencia-se, desde logo, na circunstância de as melhores decisões, em termos de interesse público, serem preteridas em favor das que mais vantagens proporcionam ao decisor ou a terceiros: familiares, partidos políticos, clubes de futebol, etc. A corrupção distorce também as regras do mercado, fazendo com que as empresas que mais prosperam já não sejam as melhores, isto é, as que são bem geridas e que apresentam produtos ou serviços com mais qualidade, mas sim aquelas que proporcionam (mais) vantagens aos decisores públicos. A situação chegou a tal ponto que Daniel Kaufmann, um alto dirigente do Banco Mundial, afirmava em 2005 que Portugal podia estar ao nível do desenvolvimento da Finlândia se a corrupção fosse combatida com mais eficácia.
Mas, a pior consequência da corrupção é, indubitavelmente, a anomia da sociedade perante os sinais que a evidenciam, como se ela, apesar da sua perversidade, fosse uma inevitabilidade. É essa espécie de encolher de ombros colectivo que permite que ela se expanda ostensivamente. Corruptos e corruptores sentem-se cada vez mais impunes, pois sabem que não serão sancionados, nem através do voto democrático.
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http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=1858172&opiniao=Ant%F3nio%20Marinho%20Pinto

sexta-feira, 20 de maio de 2011

JN - Milhares concentrados em Barcelona por democracia participativa

JN - 20110520
Cerca de 7000 pessoas, entre os quais alguns portugueses, estão concentradas no centro de Barcelona em defesa de uma democracia participativa e por alterações no sistema económico e garantem desobedecer à decisão das autoridades que declararam os protestos ilegais.

Denominado "Acampadabcn, o movimento define-se como espontâneo, pacífico, aberto e apartidário, surgiu nas redes sociais e apela a uma democracia participativa e quer uma alteração no sistema económico e político do país.

São pessoas de todas as idades e nacionalidades que se concentram na Praça da Catalunha, local central da capital catalã, e entre eles também estão portugueses que se juntaram ao movimento cívico.
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http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1856916

quinta-feira, 19 de maio de 2011

DE - Teodora Cardoso: Bancos vão continuar a ter dificuldades de financiamento


Económico com Lusa 19/05/11


Teodora Cardoso admitiu hoje que nos próximos meses os bancos vão continuar a ter dificuldades de financiamento.
"As empresas vão ter de perceber que há um período em que os bancos vão ter de reacertar critérios e, sobretudo, garantir o seu próprio 'funding', que deixou de estar garantido nos mercados internacionais", disse à agência Lusa Teodora Cardoso.
Segundo a mesma responsável, os bancos estão com um "seríssimo problema de liquidez", o que faz com "não estejam a assumir responsabilidades de muito longo prazo, enquanto não estiver tudo verdadeiramente clarificado sobre o funding deles".

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DE - Estado - Menos 8 mil funcionários públicos em 2011

DE 20110519

Denise Fernandes
19/05/11

Desde o início do ano, a redução de trabalhadores da administração central do Estado foi de 8.103, ou seja, 1,6% do total.

"Prossegue, assim, a redução do universo de trabalhadores em funções públicas que tem vindo a ocorrer, sistematicamente, em todos os anos desde 2005, em contraponto, por sua vez, ao aumento desse mesmo universo de trabalhadores, todos os anos, nas décadas antecedentes", lê-se no documento do Ministério das Finanças, enviado às redacções.

No ano passado, a redução foi de 10.570 trabalhadores, ano em que entrou em vigor o congelamento de admissões no Estado.
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http://economico.sapo.pt/noticias/menos-8-mil-funcionarios-publicos-em-2011_118521.html#comentarios



Comentário no DE:

Soluções para reduzir drasticamente o COMPADRIO e a CORRUPÇÃO, pricipais causas da situação económica actual :

1 - Moralizar a classe política, acabando com os políticos de carreira, impedindo a ocupação de cargos políticos ou em empresas públicas por mais de dez anos no total.

2 - Acabar com a farsa dos actuais concursos para lugares públicos, onde já se sabe quase sempre quem vai ser o vencedor, pois de facto é escolhido!

3 - Privilegiar a QUALIDADE no desempenho, EM VEZ DE SUBSERVIÊNCIA.

Não seria preciso muito mais que isto para permitir novamente aos
Portugueses poderem ter uma vida minimamente decente.

JN - Empresas de táxis apreensivas com proibição de carros poluentes na baixa

JN 20110519
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A Câmara de Lisboa aprovou, esta quarta-feira uma proposta para que os veículos anteriores a 1992, portanto, sem catalisador, sejam proibidos de circular na Avenida da Liberdade e na baixa lisboeta a partir de 4 de Julho.
Os carros que se encontrem nessas condições têm de colocar um adaptador ou serem substituídos por um que tenha esse equipamento de origem. No entanto, os táxis têm até Janeiro de 2012 para se adaptarem.
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http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1856196

JN - Manifestantes voltaram para praça Puerta del Sol

JN 20110519
Milhares de pessoas voltaram, ao final da tarde desta quinta-feira, a encher a praça Puerta del Sol, no centro de Madrid, desafiando proibições da Junta Eleitoral de Madrid e enquanto esperam uma decisão final da Junta Eleitoral nacional.
O protesto do movimento "Democracia Real Já", que se mantém há quatro dias, volta, como ocorre no final de cada dia, a congregar manifestantes entre o final da tarde e o inicio da madrugada.
Gente de todas as idades, famílias com crianças, estudantes, idosos, desempregados e trabalhadores juntam-se ao lado da pequena 'cidade' montada debaixo de toldos azuis, onde funcionam as várias 'unidades' de apoio aos manifestantes.
Como tem acontecido noutras cidades, entre as mensagens e os gritos, ouvem-se, de vez em quando, as "caçaroladas", tachos e panelas que se juntam a alguns apitos para dar som ao protesto.
Milhares de pessoas multiplicam e ecoam as mensagens que saem da praça para as redes sociais e, desde esta quinta-feira de manhã, mesmo quem está fora da Puerta del Sol pode acompanhar o que ali se passa através de uma câmara em 'streaming' permanente.

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JN - Rendimento das famílias vai sofrer queda "sem precendentes"

JN 20110519
A recessão prolongada que a economia sofrerá nos próximos anos em consequência do acordo com a 'troika' será acompanhada de uma queda sem precedentes no rendimento disponível das famílias e de aumento do desemprego, alerta o Banco de Portugal.
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http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1856361

segunda-feira, 16 de maio de 2011

JN - Carlos Abreu Amorim - História de uma vigarice

JN 20110516
http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=1852890&opiniao=Carlos%20Abreu%20Amorim

Sol - José Luís Peixoto solidário com movimento 'É o Povo, Pá!'

SOL 2011.05.16
http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=19292
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"Um grupo de manifestantes do movimento 'É o Povo, Pá!» afixou esta noite um cartaz no Centro de Emprego de Benfica, em Lisboa, em protesto contra «as políticas de emprego», numa acção que, alegam, decorreu em simultâneo noutras cidades.
Às 02:30, três manifestantes aproximaram-se do Centro de Emprego de Benfica, tendo afixado um cartaz onde se lia «Não queremos subsídios, queremos emprego».
De máscara na cara, para impedir a identificação, um dos manifestantes disse à Lusa que este é um protesto que ocorreu «em simultâneo» em diversas cidades do país, contra «o tipo de políticas de emprego»."
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