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Sapo 20160621
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sábado, 25 de junho de 2016
quarta-feira, 27 de maio de 2015
DE - "Recomendem aos vossos filhos: vai haver trabalho na área da avaliação"
Consultar em DE 20150527.
http://economico.sapo.pt/noticias/recomendem-aos-vossos-filhos-vai-haver-trabalho-na-area-da-avaliacao_219535.html
http://economico.sapo.pt/noticias/recomendem-aos-vossos-filhos-vai-haver-trabalho-na-area-da-avaliacao_219535.html
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criminalidade,
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ensino,
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
domingo, 30 de março de 2014
domingo, 9 de março de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
domingo, 15 de dezembro de 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
quarta-feira, 4 de julho de 2012
SICnotícias - Associação de ensino superior privado teme efeitos do caso Relvas na reputação das instituições
sexta-feira, 9 de março de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Mais 500 salas de ensino pré-escolar
Lusa 2011.11.17
O ministro da Educação, Nuno Crato, anunciou hoje no Parlamento que será reforçada a rede de ensino pré-escolar, com a abertura de mais 500 salas.
http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/mais-500-salas-de-ensino-pre-escolar_1611.html
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
SOL - Governo promete tudo fazer pela autoridade dos professores
SOL - 2011.11.14
O secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar colocou-se hoje ao lado dos professores na defesa da disciplina na escola e prometeu um novo estatuto do aluno até à primavera para entrar em vigor no próximo ano letivo.
"Aqueles que são professores que saibam que nós lhes reconhecemos autoridade e que tudo faremos para que ela volte a estar na linha da frente das preocupações de todos, pois só assim poderemos dignificar e dar valor social à educação", disse João Casanova de Almeida, em Lisboa, durante a cerimónia de entrega dos "Prémios de Reconhecimento à Educação", promovidos pela iniciativa privada.
No final, o governante afirmou à agência Lusa que tenciona ter concluído antes da primavera o trabalho de revisão do Estatuto do Aluno, por forma a entrar em vigor no próximo ano letivo."
No final, o governante afirmou à agência Lusa que tenciona ter concluído antes da primavera o trabalho de revisão do Estatuto do Aluno, por forma a entrar em vigor no próximo ano letivo."
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domingo, 6 de novembro de 2011
SOL - Crise: Cada vez mais crianças com fome nas escolas
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=32957
SOL 20111106
"Chegam sem a refeição da manhã, rondam sistematicamente o bar, mas nada compram. As escolas identificam assim cada vez mais alunos com carências alimentares, aos quais procuram dar resposta, apesar de os seus orçamentos também estarem em crise.
De acordo com a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE), as receitas de buffets e papelarias das escolas estão a sofrer uma quebra de 30 por cento."
De acordo com a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE), as receitas de buffets e papelarias das escolas estão a sofrer uma quebra de 30 por cento."
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011
SOL - Os segredos das escolas de topo
SOL - 20111026
"Disciplina, turmas reduzidas, professores exigentes e alunos empenhados. Nas melhores escolas do país a receita do sucesso faz-se com estes ingredientes. «Não há fórmulas mágicas», avisa Hugo Quintas, director pedagógico do Colégio Manuel Bernardes – que este ano ficou no primeiro lugar do ranking das escolas do SOL –, que garante que parte do sucesso se explica com autoridade e disciplina.
«No 1.º ciclo temos vigilantes, nos 2.º e 3.º ciclos e no secundário temos perfeitos». O modelo é inglês e faz com que a todo o momento os pais sejam informados dos problemas disciplinares dos filhos, mas também com que o mau comportamento seja resolvido na hora. «Se dois alunos entrarem em conflito, o chefe de disciplina intervém, faz uma participação e aplica imediatamente as medidas correctivas, que podem ser, por exemplo, terem de passar a hora de almoço na sala de estudo», exemplifica Hugo Quinta.
Mas a segurança e a disciplina não são as únicas preocupações do Colégio Manuel Bernardes. As aulas de apoio e a ajuda ao estudo são outras formas de alcançar o sucesso. "
«No 1.º ciclo temos vigilantes, nos 2.º e 3.º ciclos e no secundário temos perfeitos». O modelo é inglês e faz com que a todo o momento os pais sejam informados dos problemas disciplinares dos filhos, mas também com que o mau comportamento seja resolvido na hora. «Se dois alunos entrarem em conflito, o chefe de disciplina intervém, faz uma participação e aplica imediatamente as medidas correctivas, que podem ser, por exemplo, terem de passar a hora de almoço na sala de estudo», exemplifica Hugo Quinta.
Mas a segurança e a disciplina não são as únicas preocupações do Colégio Manuel Bernardes. As aulas de apoio e a ajuda ao estudo são outras formas de alcançar o sucesso. "
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Ler artigo em:
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=32112
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Crianças ciganas passaram a frequentar mais a escola nos municípios com mediadores
SOL 20110608
As crianças ciganas passaram a frequentar mais a escola nos municípios onde existem os mediadores municipais para esta comunidade, segundo a responsável pelo projecto lançado há dois anos pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI).
Dois anos depois de ter lançado o projecto dos mediadores municipais para a comunidade cigana, que abrange 13 municípios, o ACIDI quer alargar a iniciativa a mais sete autarquias, estando actualmente a decorrer as candidaturas para a segunda fase deste projecto, cujo prazo termina na quinta-feira.
Fazendo um balanço da primeira fase da iniciativa, a responsável pelo Gabinete de Apoio à Comunidade Cigana (GACI), Helena Torres, disse à agência Lusa que «um dos sinais» do projecto dos mediadores municipais é o aumento das crianças ciganas nas escolas.
«Há uma afluência muito maior de crianças ciganas na escola. O empenho do mediador tem a ver com esta situação. Em Lamego, a informação que tenho é de que os miúdos estão todos a ir à escola, não há falta das crianças ciganas nas escolas e nos outros municípios onde está a funcionar o projecto a melhoria também tem sido bastante», afirmou a responsável.
Helena Torres sublinhou que os mediadores «conseguem fazer perceber» à comunidade cigana que «os miúdos só têm vantagens em frequentar a escola».
A responsável do GACI apontou como outra vantagem da iniciativa a gestão de conflitos através das «pontes que se criam com as instituições». Como exemplo, referiu os conflitos com a polícia, em que os mediadores podem junto da polícia e da comunidade «fazer uma ponte saudável e ajudar a resolver o problema».
Helena Torres fez um balanço «positivo» dos dois anos do projecto mediadores municipais, mas admitiu que é necessário melhorar as parcerias com entidades locais, como escolas, tribunais e polícia.
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http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=21290
Dois anos depois de ter lançado o projecto dos mediadores municipais para a comunidade cigana, que abrange 13 municípios, o ACIDI quer alargar a iniciativa a mais sete autarquias, estando actualmente a decorrer as candidaturas para a segunda fase deste projecto, cujo prazo termina na quinta-feira.
Fazendo um balanço da primeira fase da iniciativa, a responsável pelo Gabinete de Apoio à Comunidade Cigana (GACI), Helena Torres, disse à agência Lusa que «um dos sinais» do projecto dos mediadores municipais é o aumento das crianças ciganas nas escolas.
«Há uma afluência muito maior de crianças ciganas na escola. O empenho do mediador tem a ver com esta situação. Em Lamego, a informação que tenho é de que os miúdos estão todos a ir à escola, não há falta das crianças ciganas nas escolas e nos outros municípios onde está a funcionar o projecto a melhoria também tem sido bastante», afirmou a responsável.
Helena Torres sublinhou que os mediadores «conseguem fazer perceber» à comunidade cigana que «os miúdos só têm vantagens em frequentar a escola».
A responsável do GACI apontou como outra vantagem da iniciativa a gestão de conflitos através das «pontes que se criam com as instituições». Como exemplo, referiu os conflitos com a polícia, em que os mediadores podem junto da polícia e da comunidade «fazer uma ponte saudável e ajudar a resolver o problema».
Helena Torres fez um balanço «positivo» dos dois anos do projecto mediadores municipais, mas admitiu que é necessário melhorar as parcerias com entidades locais, como escolas, tribunais e polícia.
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http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=21290
terça-feira, 24 de maio de 2011
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