Visão verde 20131014
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segunda-feira, 14 de outubro de 2013
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Ginástica pode ajudar a travar esclerose múltipla
(Para ver o artigo completo carregar no título, ou pelo link:)
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1235090
JN - 2009.05.17
HELENA TEIXEIRA DA SILVA
JN - 2009.05.17
HELENA TEIXEIRA DA SILVA
Laboratório criou programa específico para os doentes. Em Portugal são cerca de seis mil.
O exercício físico não cura a esclerose múltipla, mas amortece os sintomas. Em Portugal, onde se estima que existam cerca de seis mil doentes, o novo programa de fitness designado Rebicare pode operar uma pequena revolução.
Patrícia Lima tinha 28 anos quando o diagnóstico confirmou que era portadora dessa doença crónica, progressiva e degenerativa, que afecta sobretudo as mulheres no fim da adolescência. "Não sabia o que era, mas vi os meus pais a chorar e percebi que era uma desgraça", recorda ao JN, cinco anos depois, a assistente financeira. A insistente dormência no lado direito do corpo foi o indicador da doença. Mas a "desgraça" nunca chegou a confirmar-se.
"Ao longo do tempo fui percebendo que não era assim tão inibidor, até porque estava na fase inicial e os meus surtos são muito espaçados", afirma. Mesmo assim, Patrícia, que é de Lisboa e é uma excepção em vários aspectos - habitualmente, os doentes ficam inseguros, isolam-se e no emprego chegam a ser ostracizados -, decidiu "experimentar" o Rebicare. O programa resulta da parceria entre a Merck Serono e a cadeia Holmes Place. São 60 minutos de ginástica, duas vezes por semana, coordenadas por um instrutor com formação específica.
...
domingo, 3 de maio de 2009
Orlando Pompeu no Circulo Cultural Mercantil e Industrial de Vigo - Espanha
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Fotografia: Mulheres no centro dos Encontros da Imagem de Braga, a partir de hoje
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/9618878.html
Braga, 01 Mai (Lusa) - Quarenta fotógrafas portuguesas e estrangeiras participam nos Encontros da Imagem de Braga que hoje arrancam sob o tema "Fronteiras do Género" e que os organizadores consideram "a maior manifestação fotográfica realizada em Portugal".
A Fundação Berardo adquiriu quatro fotografias da finlandesa Aino Kannisto, uma das quatro participantes mais conhecidas internacionalmente, ao lado das portuguesas Júlia Ventura e Anna Perez Quiroga, e da iraniana Shirin Neshat, residente nos Estados Unidos, segundo Rui Prata, comissário dos Encontros.
O núcleo expositivo central, aberto apenas a mulheres, "envolve propostas artísticas denunciadoras da discriminação do género e reivindicativas da igualdade de direitos, bem como diferentes tipologias de representação do corpo/beleza, e termina com abordagens da delicadeza dos materiais", disse à Lusa o comissário dos Encontros.
Braga, 01 Mai (Lusa) - Quarenta fotógrafas portuguesas e estrangeiras participam nos Encontros da Imagem de Braga que hoje arrancam sob o tema "Fronteiras do Género" e que os organizadores consideram "a maior manifestação fotográfica realizada em Portugal".
A Fundação Berardo adquiriu quatro fotografias da finlandesa Aino Kannisto, uma das quatro participantes mais conhecidas internacionalmente, ao lado das portuguesas Júlia Ventura e Anna Perez Quiroga, e da iraniana Shirin Neshat, residente nos Estados Unidos, segundo Rui Prata, comissário dos Encontros.
O núcleo expositivo central, aberto apenas a mulheres, "envolve propostas artísticas denunciadoras da discriminação do género e reivindicativas da igualdade de direitos, bem como diferentes tipologias de representação do corpo/beleza, e termina com abordagens da delicadeza dos materiais", disse à Lusa o comissário dos Encontros.
Quercus - Campanha da EDP subverte realidade sobre Barragens




(carregar no título para ler a mensagem na totalidade)
Ambientalistas e Especialistas em Ambiente pedem à EDP a sua suspensão
A campanha de comunicação da EDP, amplamente divulgada nos mais diversos órgãos de comunicação social, está a escandalizar as Organizações Não Governamentais de Ambiente e inúmeras individualidades ligadas à conservação da natureza. Esta campanha associa erradamente as barragens à protecção da biodiversidade, quando na verdade a sua construção significa uma forte ameaça tanto às populações humanas como às espécies silvestres, não só as referidas na própria campanha - aves rupícolas, peixes, lobos, morcegos e flora – mas todas as constantes da biodiversidade específica de cada habitat.
...
É ainda fundamental chamar a atenção que as grandes barragens são uma forma cara e ineficaz de resolver as necessidades energéticas do País. Com o mesmo investimento previsto para o Programa Nacional de Barragens, seria possível pôr em prática medidas de uso eficiente da energia que, sem perda de funcionalidade ou conforto, permitiriam poupar cerca de CINCO VEZES MAIS ELECTRICIDADE do que a produção das barragens propostas.
A campanha de comunicação da EDP, amplamente divulgada nos mais diversos órgãos de comunicação social, está a escandalizar as Organizações Não Governamentais de Ambiente e inúmeras individualidades ligadas à conservação da natureza. Esta campanha associa erradamente as barragens à protecção da biodiversidade, quando na verdade a sua construção significa uma forte ameaça tanto às populações humanas como às espécies silvestres, não só as referidas na própria campanha - aves rupícolas, peixes, lobos, morcegos e flora – mas todas as constantes da biodiversidade específica de cada habitat.
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É ainda fundamental chamar a atenção que as grandes barragens são uma forma cara e ineficaz de resolver as necessidades energéticas do País. Com o mesmo investimento previsto para o Programa Nacional de Barragens, seria possível pôr em prática medidas de uso eficiente da energia que, sem perda de funcionalidade ou conforto, permitiriam poupar cerca de CINCO VEZES MAIS ELECTRICIDADE do que a produção das barragens propostas.
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Lisboa, 30 de Abril de 2009
Plataforma Sabor Livre, FAPAS (Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens), GEOTA (Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente), LPN (Liga para a Protecção da Natureza), QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza) e SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves).
Notícia na LUSA:
terça-feira, 28 de abril de 2009
Dia da Terra - 2009.04.22
Dia da Terra
Nicaragua. Copyright@EPA
O aumento do número de veículos na Tailândia provocou um grande impacto na qualidade do ar. Em Banguecoque a poluição ambiental é já um grande problema. Mais de um milhão de pessoas sofre de problemas de saúde devido à poluição atmosférica. Copyright@EPA
domingo, 26 de abril de 2009
Qual destes "penteados" no céu vai trazer a gripe suína?
Vai chover, ou é a gripe suina a chegar?
Com um penteado tão alinhadinho...
será que o vírus quer descer aqui?
Vai ser no Hospital da CESPU
e no Centro de Saúde...
Isto aqui está tudo desorientado, perdão,
desalinhado...
Agora, sem qualquer ironia...
Esta p. desta confusão é o resultado deste tipo de sociedade global
que andamos a implementar...
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Praça do Terreiro do Paço - Arborizar sem arabescos e pelintrices
A primeira função das praças não é servirem para fazer postais, para mostrar monumentalidade.
Servem fundamentalmente para a utilização colectiva pelas pessoas.
São para as pessoas.
Devem ser local de encontro e devem favorecer principalmente esse aspecto; de convívio colectivo; de ajuntamento em dias especiais para actividades que são o reflexo da nossa cultura, da nossa civilidade; e também local de mero passeio e encontro casuístico.
Espero que esta nova tentativa de dar alma à nossa praça - a principal do país - não fique pela proposta, mas também que não venha com complexidades mirabolantes só para fazer postais “bonitos”: que dê a possibilidade ao povo de a frequentar; que crie condições para isso e seja simples como a forma geométrica que a define.
E não vejo melhor proposta que a da arborização envolvente, do tipo da que já lá esteve no início do séc. XX, e liberta de alguma forma o núcleo central, para concentrações à sua escala.
Assim, não estragam muito dinheiro e motivam a sua frequência, dão-lhe vida com grande simplicidade, dão-lhe a alma que lhe roubaram.
Os nossos vizinhos Espanhóis fazem uma enorme utilização da praça, com muito mais convívio, com mais cultura. Têm muitas: não é por acaso.
Quase todas elas têm árvores e não perdem a escala, nem a monumentalidade: propiciam a comunhão humana desses espaços, dão-lhe carácter e a capacidade de utilização nos termos para que são construídas.
A intervenção deve ser muito simples.
O que tem que ser conseguido é a motivação e a fruição da praça pelas pessoas. Coloquem-lhe árvores, com conta peso e medida, e as pessoas vão utilizá-la como a melhor sala de estar do país. O local em si merece-o e as pessoas também.
Servem fundamentalmente para a utilização colectiva pelas pessoas.
São para as pessoas.
Devem ser local de encontro e devem favorecer principalmente esse aspecto; de convívio colectivo; de ajuntamento em dias especiais para actividades que são o reflexo da nossa cultura, da nossa civilidade; e também local de mero passeio e encontro casuístico.
Espero que esta nova tentativa de dar alma à nossa praça - a principal do país - não fique pela proposta, mas também que não venha com complexidades mirabolantes só para fazer postais “bonitos”: que dê a possibilidade ao povo de a frequentar; que crie condições para isso e seja simples como a forma geométrica que a define.
E não vejo melhor proposta que a da arborização envolvente, do tipo da que já lá esteve no início do séc. XX, e liberta de alguma forma o núcleo central, para concentrações à sua escala.
Assim, não estragam muito dinheiro e motivam a sua frequência, dão-lhe vida com grande simplicidade, dão-lhe a alma que lhe roubaram.
Os nossos vizinhos Espanhóis fazem uma enorme utilização da praça, com muito mais convívio, com mais cultura. Têm muitas: não é por acaso.
Quase todas elas têm árvores e não perdem a escala, nem a monumentalidade: propiciam a comunhão humana desses espaços, dão-lhe carácter e a capacidade de utilização nos termos para que são construídas.
A intervenção deve ser muito simples.
O que tem que ser conseguido é a motivação e a fruição da praça pelas pessoas. Coloquem-lhe árvores, com conta peso e medida, e as pessoas vão utilizá-la como a melhor sala de estar do país. O local em si merece-o e as pessoas também.
Não são precisos arabescos nem outras pelintrices.
Ferreira arq.
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segunda-feira, 20 de abril de 2009
Mobilidade em Barcelona, no início da era automóvel (1908)
Para ver, carregar no título. Vale bem a pena.
Como se nota, andava-se bastante a pé.
A cidade era das pessoas e sentia-se uma escala mais humana na dimensão dos edifícios e dos espaços.
Os combustíveis fósseis serão mesmo indispensáveis nos transportes???...
Como se nota, andava-se bastante a pé.
A cidade era das pessoas e sentia-se uma escala mais humana na dimensão dos edifícios e dos espaços.
Os combustíveis fósseis serão mesmo indispensáveis nos transportes???...
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domingo, 12 de abril de 2009
Sismo em Itália

http://jn.sapo.pt/Dossies/dossie.aspx?content_id=1194836&dossier=Sismo%20em%20It%E1lia
JN 2009-04-08 MIGUEL CONDE COUTNHO, em Aquila
As pernas tremem por segundos e depois é o pânico
O dia seguinte ao sismo ainda é de sobressalto. As réplicas que se fazem sentir não deixam ninguém descansado. Quem sobreviveu quer esquecer.
O dia seguinte ao sismo ainda é de sobressalto. As réplicas que se fazem sentir não deixam ninguém descansado. Quem sobreviveu quer esquecer.
Vêm sem avisar, duram três ou quatro segundos e espalham o pânico generalizado. As cópias não são da dimensão do original, mas, ainda assim, as réplicas do sismo que esta segunda-feira sacudiu a região italiana de Abruzzo são suficientemente agressivas para não deixar nada nem ninguém no mesmo lugar durante muito tempo.
As pernas tremem, ao ritmo das oscilações da terra, e os gritos de pânico generalizam-se. Ontem, uma destas réplicas provocou um morto. O silêncio irrompe, depois, porque ninguém sabe muito bem o que dizer, como reagir.
O mesmo silêncio que rivaliza com as lamúrias de desespero de todos quantos vagueiam por entre os escombros e nos campos improvisados que as autoridades montaram nas imediações, à procura ora de amigos, ora de familiares. Ou simplesmente à procura de um porquê.
Paolo, 23 anos, é apenas um deles. Este jovem italiano perdeu um amigo para o amontoado de pedras e ferros. Está preso no escuro. Agarrado ao prato de massa, olhos carregados, diz não saber se há-de ter esperança. "Vi a casa de alguns amigos meus cair à frente dos meus olhos", conta. Sempre viveu em Aquila com os pais. Acabou por ter sorte. A casa onde vive não sofreu muitos danos. Os pais estão bem, mas dormem numa das tendas.
Há famílias inteiras que tentam comer o que lhes é dado pelas equipas de socorro. Vive-se uma tranquilidade possível. O silêncio é apenas cortado pelos geradores de elctricidade, espalhados um pouco por todo o campo para alimentar os fortes holofotes que iluminam as cerca de 100 tendas de campanha azuis onde dormem os que já conseguem dormir. Os outros, macambúzios, caminham sem destino. Há gente em pijama, há desgraçados abraçados a mochilas.
Mas as histórias felizes são facilmente ofuscadas pelas tragédias que se vão desenterrando entre os escombros. Também ontem, as equipas de resgate encontraram os cadáveres dos quatro jovens que haviam desaparecido numa residência estudantil da cidade. "Estão mortos. É uma tragédia", afirmou o reitor da Universidade de Aquila, Ferdinando di Orio. Com estas vítimas, estimam-se que 235 pessoas tenham morrido em consequência do terremoto, de 5,8 graus na escala Richter, que assolou Abruzzo. Os feridos rondam os 1500, 100 dos quais em estado considerado grave. E há ainda 34 desaparecidos.
"É um desastre sério. Agora nós devemos reconstruir e isso exigirá grandes quantias de dinheiro", anuiu o primeiro-ministro, Sílvio Berlusconi, cujo Governo já enfrenta um alto défice e uma grande dívida pública.
Aquila foi abalada também de outra forma. A ajuda demora a chegar porque a geografia se alterou profundamente. As linhas de autocarro estão cortadas. O comboio que parte de Roma não vai além de Terni, cidade a cerca 80 quilómteros da cidade que concentrou a tragédia. Aquila esconde-se por detrás de uma estrada sinuosa, que corta montanhas que parecem nunca acabar. Para lá, poucos querem ir. Só passam ambulâncias, carros da polícia e de bombeiros.
Num dos campos de apoio, o maior dos improvisados, cerca de mil deslocados são ajudados por centenas de voluntários da Protecção Civil italiana que trabalham sem descanso. Matteo, um dos voluntários, fez questão de dizer ao JN há quantas horas está em Aquila: 47. Descansou menos de uma. "É impossível descansar, porque as tendas são para as pessoas. Nós não temos onde dormir", desabafa. O mais provável é que durma com os colegas na pickup que os trouxe.
As pernas tremem, ao ritmo das oscilações da terra, e os gritos de pânico generalizam-se. Ontem, uma destas réplicas provocou um morto. O silêncio irrompe, depois, porque ninguém sabe muito bem o que dizer, como reagir.
O mesmo silêncio que rivaliza com as lamúrias de desespero de todos quantos vagueiam por entre os escombros e nos campos improvisados que as autoridades montaram nas imediações, à procura ora de amigos, ora de familiares. Ou simplesmente à procura de um porquê.
Paolo, 23 anos, é apenas um deles. Este jovem italiano perdeu um amigo para o amontoado de pedras e ferros. Está preso no escuro. Agarrado ao prato de massa, olhos carregados, diz não saber se há-de ter esperança. "Vi a casa de alguns amigos meus cair à frente dos meus olhos", conta. Sempre viveu em Aquila com os pais. Acabou por ter sorte. A casa onde vive não sofreu muitos danos. Os pais estão bem, mas dormem numa das tendas.
Há famílias inteiras que tentam comer o que lhes é dado pelas equipas de socorro. Vive-se uma tranquilidade possível. O silêncio é apenas cortado pelos geradores de elctricidade, espalhados um pouco por todo o campo para alimentar os fortes holofotes que iluminam as cerca de 100 tendas de campanha azuis onde dormem os que já conseguem dormir. Os outros, macambúzios, caminham sem destino. Há gente em pijama, há desgraçados abraçados a mochilas.
Mas as histórias felizes são facilmente ofuscadas pelas tragédias que se vão desenterrando entre os escombros. Também ontem, as equipas de resgate encontraram os cadáveres dos quatro jovens que haviam desaparecido numa residência estudantil da cidade. "Estão mortos. É uma tragédia", afirmou o reitor da Universidade de Aquila, Ferdinando di Orio. Com estas vítimas, estimam-se que 235 pessoas tenham morrido em consequência do terremoto, de 5,8 graus na escala Richter, que assolou Abruzzo. Os feridos rondam os 1500, 100 dos quais em estado considerado grave. E há ainda 34 desaparecidos.
"É um desastre sério. Agora nós devemos reconstruir e isso exigirá grandes quantias de dinheiro", anuiu o primeiro-ministro, Sílvio Berlusconi, cujo Governo já enfrenta um alto défice e uma grande dívida pública.
Aquila foi abalada também de outra forma. A ajuda demora a chegar porque a geografia se alterou profundamente. As linhas de autocarro estão cortadas. O comboio que parte de Roma não vai além de Terni, cidade a cerca 80 quilómteros da cidade que concentrou a tragédia. Aquila esconde-se por detrás de uma estrada sinuosa, que corta montanhas que parecem nunca acabar. Para lá, poucos querem ir. Só passam ambulâncias, carros da polícia e de bombeiros.
Num dos campos de apoio, o maior dos improvisados, cerca de mil deslocados são ajudados por centenas de voluntários da Protecção Civil italiana que trabalham sem descanso. Matteo, um dos voluntários, fez questão de dizer ao JN há quantas horas está em Aquila: 47. Descansou menos de uma. "É impossível descansar, porque as tendas são para as pessoas. Nós não temos onde dormir", desabafa. O mais provável é que durma com os colegas na pickup que os trouxe.
Sismo em Itália - Fotos Jornal "SOL"





Número de mortos sobe para 291
O balanço de vítimas do sismo de segunda-feira em Itália, que castigou sobretudo a cidade de Aquila (centro) e arredores, é agora de 291 mortos depois de ter sido encontrado mais um cadáver, informou fonte dos bombeiros.
Buscas intensas têm estado a ser feitas desde sexta-feira nos escombros de um edifício de quatro andares no centro da cidade de Aquila após terem sido detectados «sinais de vida» por um aparelho técnico e por cães especializados.
«É um trabalho demorado e muito difícil, mas estes sinais indicaram a possibilidade de haver ali um ser vivo, seja pessoa ou animal», explicou o porta-voz do serviço de bombeiros, Luca Cari, em declaração à cadeia de televisão Sky TG24.
As buscas para socorrer eventuais sobreviventes deve terminar domingo, uma semana após o violento tremor de terra que abalou a região de Abruzzo, no centro do país, na segunda-feira.
O cadáver agora encontrado é de uma mulher, disse a mesma fonte.
O balanço de vítimas do sismo de segunda-feira em Itália, que castigou sobretudo a cidade de Aquila (centro) e arredores, é agora de 291 mortos depois de ter sido encontrado mais um cadáver, informou fonte dos bombeiros.
Buscas intensas têm estado a ser feitas desde sexta-feira nos escombros de um edifício de quatro andares no centro da cidade de Aquila após terem sido detectados «sinais de vida» por um aparelho técnico e por cães especializados.
«É um trabalho demorado e muito difícil, mas estes sinais indicaram a possibilidade de haver ali um ser vivo, seja pessoa ou animal», explicou o porta-voz do serviço de bombeiros, Luca Cari, em declaração à cadeia de televisão Sky TG24.
As buscas para socorrer eventuais sobreviventes deve terminar domingo, uma semana após o violento tremor de terra que abalou a região de Abruzzo, no centro do país, na segunda-feira.
O cadáver agora encontrado é de uma mulher, disse a mesma fonte.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Não mais que o teu dedo

Imagem da Sra. da Graça,
Mosteiro de S. Pedro, Cête.
NÃO MAIS QUE O TEU DEDO,
SENHORA DA GRAÇA
Há um sol, mãe
em cada olhar teu.
Com a curva do braço
redondeias o espaço
asperges a luz
que te nasce de dentro
e por um momento
o mundo é um regaço
onde os filhos são flores.
Para os meus temores
alcanço teu dedo,
seguro rochedo
que eleva do chão
e cuida do medo.
Com a outra mão
tomas o meu pulso,
inquieta quietude
suspensa dos olhos
e do coração.
És formosa, mãe
e esse teu jeito
de apertar-me ao peito
é feito de graça.
Nenhuma ameaça
ou negra amargura
pode separar-me
da tua ternura.
Sempre, mãe, contigo
estarei assim:
olhar com olhar,
mão na tua mão.
E quando no fim
a vida entregar
seja o teu Filho
porta e guardião
oceano de bem
morada de luz
eterno Amen!
Nuno Higino
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Masdar City - Abu Dabi

--(Para ver o filme da reportagem, carregar no título)--
http://www.elpais.com/articulo/sociedad/petroleo/crea/ciudad/verde/elpepusoc/20090331elpepisoc_5/Tes
EL PETRÓLEO CREA LA CIUDAD VERDE
El emirato de Abu Dabi se prepara para un mundo sin hidrocarburos
A primera vista es sólo otra de las macroobras que salpican el emirato de Abu Dabi, pero la central fotovoltaica que se levanta en una esquina revela que Masdar City será diferente. Sus promotores han anunciado la primera ciudad sin emisiones de CO2, autosuficiente en energía y que reciclará todos los desechos. Su inauguración en 2016 es parte de la transformación de ese emirato petrolero en un centro mundial de investigación y desarrollo de nuevas energías.
Masdar City no emitirá CO2 y reciclará todos sus desechos
El vídeo del plan (http://www.youtube.com/watch?v=yWVsi0UtmgI) muestra una ciudad sin coches, con edificios bajos (no más de cinco pisos), calles peatonales y un innovador sistema de transporte eléctrico. Las casas se apiñan como en una moderna kasbah, de forma que den sombra a las vías públicas y su ubicación cree corrientes de aire. En su interior, la refrigeración se consigue con una versión actualizada de las tradicionales torres de viento, que recogen las brisas del desierto y expulsan el aire caliente.
Resulta difícil imaginar esa visión futurista a las afueras de Abu Dabi. En esa ciudad el modelo es otro. Edificios cada vez más altos, autopistas más amplias y el reinado absoluto del aire acondicionado para combatir los 50 grados que se alcanzan en verano. Pero Abu Dabi no sólo es uno de los primeros productores de gas y petróleo, sino que sus gobernantes están empeñados en “seguir siendo líderes en la producción de energía”. Por eso han asignado 22.000 millones de dólares (unos 17.400 millones de euros) a la Abu Dhabi Future Energy Company (ADFEC, la promotora de Masdar City), y han buscado la cooperación del Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) y encargado el proyecto al estudio de Foster + Partners.
De la sinceridad del empeño da cuenta no tanto la inversión económica (Abu Dabi tiene una de las rentas per cápita más altas del mundo, 47.000 euros, el doble que la española), como el esfuerzo por educar a sus jóvenes con una nueva mentalidad respecto a la energía.
En el viaje que ha realizado a España un grupo de alumnas del High College of Technology de Ruwais, además de la Alhambra y Medina Azahara, se ha incluido la visita a una planta de energía solar en Almería. “Los dos aspectos les han resultado muy educativos”, dice Inocenta Sánchez, la responsable académica del viaje. “En buena medida, lo que sus gobernantes tratan de hacer hoy, en Masdar City y en otros proyectos, es lo que se hizo en la Granada de la edad de oro: atraer a los mejores de cada especialidad”, resume.
De hecho, la primera fase del plan gira en torno al Instituto de Investigación Masdar, un centro asociado al MIT cuya inauguración está anunciada para septiembre. Junto a él se levantará una universidad, un centro de innovación y polígonos para atraer a empresas pioneras en nuevas tecnologías. En la segunda fase, se dotará a la nueva ciudad de infraestructuras para que vivan en ella cerca de 50.000 personas.
Ni siquiera la actual coyuntura económica parece frenarles. “La crisis global hace atractiva Masdar City porque es uno de los pocos mercados que no han resultado afectados”, asegura Khaled Awad, el director de ADFEC. En su opinión, el abaratamiento de las materias primas y la falta de oportunidades en otros mercados durante el último año van a bajar los costes del proyecto.
foto_safari_rgonzalez
Posted: 31 Mar 2009 07:24 AM PDT
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arquitectura,
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meio ambiente
domingo, 29 de março de 2009
UMA VERDADE INCONVENIENTE
Para ver em baixa resolução, carregar no título, ou pelo Link:
http://www.guba.com/watch/3000081561
http://www.guba.com/watch/3000081561
Cidades às escuras - A Hora do Planeta





http://jn.sapo.pt/paginainicial/sociedade/default.aspx
Cidades às escuras
Três mil cidades em todo o mundo, das quais sete portuguesas (Lisboa, Águeda, Tomar, Famalicão, Funchal, Almeirim e Guimarães), ficaram às escuras entre as 20:30 e as 21:30 deste sábado, num alerta para a necessidade de medidas urgentes para combater as alterações climáticas. Veja as fotos em:
http://jn.sapo.pt/multimedia/galeria.aspx?content_id=1184548
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