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segunda-feira, 28 de março de 2016
quinta-feira, 29 de maio de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
sábado, 21 de julho de 2012
JN "Soldadores e mecânicos com propostas salariais superiores a engenheiros, arquitetos e advogados"
quarta-feira, 11 de julho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Vidro caiu da fachada do Casino da Figueira
A Protecção Civil da Figueira da Foz está a avaliar as condições de segurança das fachadas do Casino local, revestidas com vidros de grandes dimensões, depois de um vidro ter caído na rua.
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http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Coimbra&Concelho=Figueira%20da%20Foz&Option=Interior&content_id=1843925
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http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Coimbra&Concelho=Figueira%20da%20Foz&Option=Interior&content_id=1843925
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Idosos em "prisão domiciliária"- Prédios com escadas e sem elevadores "fecham" em casa idosos com dificuldade em andar
JN - 2010-05-23
Inês Schreck
Três escadas na entrada de uma casa são suficientes para roubar a liberdade de quem perdeu capacidades de locomoção. Há muitas centenas de idosos no país impedidos de sair à rua por falta de acessibilidades nos edifícios habitacionais. A nova lei pouco mudou.
Prisioneiros das suas casas, das suas incapacidades, dos seus medos, não saem à rua sozinhos porque, de um dia para o outro, a escadaria do prédio passou a ser instransponível ou a porta demasiado estreita para passar a cadeira de rodas. O JN conheceu alguns idosos que, apesar de se movimentarem em casa, estão há anos cingidos a quatro paredes. Sozinhos, sobrevivem com a ajuda de familiares ou a caridade de vizinhos. Desinteressados da vida no exterior, esperam a morte dentro de casa.
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http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1576250&page=-1
Inês Schreck
Três escadas na entrada de uma casa são suficientes para roubar a liberdade de quem perdeu capacidades de locomoção. Há muitas centenas de idosos no país impedidos de sair à rua por falta de acessibilidades nos edifícios habitacionais. A nova lei pouco mudou.
Prisioneiros das suas casas, das suas incapacidades, dos seus medos, não saem à rua sozinhos porque, de um dia para o outro, a escadaria do prédio passou a ser instransponível ou a porta demasiado estreita para passar a cadeira de rodas. O JN conheceu alguns idosos que, apesar de se movimentarem em casa, estão há anos cingidos a quatro paredes. Sozinhos, sobrevivem com a ajuda de familiares ou a caridade de vizinhos. Desinteressados da vida no exterior, esperam a morte dentro de casa.
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http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1576250&page=-1
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O decreto lei 163/2006 de 8 de Agosto que define o regime das acessibilidades aos edifícios públicos e, pela primeira vez, aos habitacionais, pouco ou nada mudou no que respeita aos prédios antigos. Patrícia Lourenço, arquitecta da Companhia de Arquitectura e Design (CAD), entende que a lei actual é mais exigente do que o revogado decreto-lei 123/97, mas "tudo pára na hora da fiscalização". O projectista de um edifício novo está obrigado a entregar um projecto específico de acessibilidades, mas muitas vezes, como não há fiscalização, não é concretizado.
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Porto: Movimento de Defesa dos Jardins do Palácio avança com processo de referendo na próxima semana
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/12030198.html
Porto, 24 jan (Lusa) -- O Movimento de Defesa dos Jardins do Palácio de Cristal quer entregar na próxima semana ao presidente da Assembleia Municipal do Porto as assinaturas necessárias para submeter a referendo a construção de um centro de congressos naquele local.
"Temos seis mil assinaturas e mais quatro mil de apoio. Estamos a ultimar o processo e pretendemos entregá-lo ao presidente da Assembleia Municipal (AM), Valente de Oliveira, na próxima semana", disse hoje à Agência Lusa António Soares da Luz, responsável pelo Movimento.
Para o referendo local avançar será necessária a aprovação da AM do Porto, seguindo depois o processo para o Tribunal Constitucional, adiantou Soares da Luz.
"Temos seis mil assinaturas e mais quatro mil de apoio. Estamos a ultimar o processo e pretendemos entregá-lo ao presidente da Assembleia Municipal (AM), Valente de Oliveira, na próxima semana", disse hoje à Agência Lusa António Soares da Luz, responsável pelo Movimento.
Para o referendo local avançar será necessária a aprovação da AM do Porto, seguindo depois o processo para o Tribunal Constitucional, adiantou Soares da Luz.
Construção: Associações de construtoras vão poder participar no processo de atribuição de alvarás
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/12031543.html
Lisboa, 24 jan (Lusa) - As associações que representam as construtoras AICCOPN e AECOPS vão poder responder aos processos de concessão, reclassificação e revalidação de alvarás e títulos de registo, ao abrigo de protocolos assinados hoje com o Instituto da Construção e do Imobiliário (InCI).
Os dois protocolos assinados hoje, numa cerimónia que contou com a presença do secretário de Estado das Obras Públicas, permitirão às construtoras obter ou revalidar os seus alvarás ou títulos de registo de forma mais simples e rápida.
Até agora, a obtenção, revalidação ou reclassificação de alvarás estava apenas a cargo do InCI, mas a partir de hoje a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) e a Associação de Empresas de Construção, Obras Públicas e Serviços (AECOPS) vão poder participar no processo.
Lisboa, 24 jan (Lusa) - As associações que representam as construtoras AICCOPN e AECOPS vão poder responder aos processos de concessão, reclassificação e revalidação de alvarás e títulos de registo, ao abrigo de protocolos assinados hoje com o Instituto da Construção e do Imobiliário (InCI).
Os dois protocolos assinados hoje, numa cerimónia que contou com a presença do secretário de Estado das Obras Públicas, permitirão às construtoras obter ou revalidar os seus alvarás ou títulos de registo de forma mais simples e rápida.
Até agora, a obtenção, revalidação ou reclassificação de alvarás estava apenas a cargo do InCI, mas a partir de hoje a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) e a Associação de Empresas de Construção, Obras Públicas e Serviços (AECOPS) vão poder participar no processo.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Brasil: Governador do Rio de Janeiro atribui tragédia das cheias a políticos que deixaram ocupar encostas
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/11984175.html
Brasília, 13 jan (Lusa) -- O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, atribuiu, em parte, a tragédia das cheias que já matou mais de 430 pessoas na região serrana deste estado brasileiro à "desgraça do populismo", que permitiu a ocupação de encostas.
"Do início dos anos 80 para cá, as três cidades [Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis] tiveram um grande problema -- a desgraça do populismo, em que um político deixa ocupar áreas como se fosse um aliado dos pobres, mas quem paga, mesmo havendo casas de classe média atingidas, é a maioria, que é pobre", afirmou Sérgio Cabral, em conferência de imprensa, ao lado da presidente brasileira, Dilma Rousseff.
O governador disse que a maioria dos mortos nesta tragédia é de origem humilde e lembrou que a ocupação do solo urbano é da responsabilidade da municipalidade, conforme determina a Constituição. "Muitas vezes, educar é dizer não. Não pode ser construído. Quanto menos área de risco ocupada, menor o dano", vincou.
Brasília, 13 jan (Lusa) -- O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, atribuiu, em parte, a tragédia das cheias que já matou mais de 430 pessoas na região serrana deste estado brasileiro à "desgraça do populismo", que permitiu a ocupação de encostas.
"Do início dos anos 80 para cá, as três cidades [Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis] tiveram um grande problema -- a desgraça do populismo, em que um político deixa ocupar áreas como se fosse um aliado dos pobres, mas quem paga, mesmo havendo casas de classe média atingidas, é a maioria, que é pobre", afirmou Sérgio Cabral, em conferência de imprensa, ao lado da presidente brasileira, Dilma Rousseff.
O governador disse que a maioria dos mortos nesta tragédia é de origem humilde e lembrou que a ocupação do solo urbano é da responsabilidade da municipalidade, conforme determina a Constituição. "Muitas vezes, educar é dizer não. Não pode ser construído. Quanto menos área de risco ocupada, menor o dano", vincou.
Etiquetas:
arquitectura,
clima,
planeamento,
política
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Porto: Oposição requer convocação de reunião extraordinária para debaterRivoli, mercados e "Rosa Mota"
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/11972674.html
Porto, 11 jan (Lusa) -- Os vereadores do PS e da CDU apresentaram hoje ao presidente da Câmara do Porto o pedido de convocação de uma reunião extraordinária para analisar a situação de vários equipamentos municipais, como o Rivoli e o pavilhão "Rosa Mota".
Para além disso, a oposição pretende debater a situação dos mercados do Bolhão e do Bom Sucesso e do projeto para a Praça de Lisboa.
Isso mesmo pode ler-se na proposta assinada pelo vereador comunista e pelos cinco vereadores socialistas, a que a Lusa teve acesso.
Porto, 11 jan (Lusa) -- Os vereadores do PS e da CDU apresentaram hoje ao presidente da Câmara do Porto o pedido de convocação de uma reunião extraordinária para analisar a situação de vários equipamentos municipais, como o Rivoli e o pavilhão "Rosa Mota".
Para além disso, a oposição pretende debater a situação dos mercados do Bolhão e do Bom Sucesso e do projeto para a Praça de Lisboa.
Isso mesmo pode ler-se na proposta assinada pelo vereador comunista e pelos cinco vereadores socialistas, a que a Lusa teve acesso.
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